Em janeiro deste ano dei com uma novidade no museu do Barcelona que lá não estava na visita anterior: um setor em homenagem a Lionel Messi apontando-o, em catalão, castelhano e inglês, como “o melhor jogador da história''.
Desde que foi introduzida, no ano passado, a reverência tem merecido aplauso de muitos e rejeição de outros tantos. Ao lado de uma fotografia de Messi barbudo, visual pouco comum no argentino com cara de bom moço, comemorando gol, um texto explica o critério da celebração:
“Lionel Messi foi premiado por quatro anos consecutivos com a Bola de Ouro da Fifa, o prestigioso prêmio que reconhece anualmente o melhor jogador do mundo. Messi é o único futebolista [entre os homens] que ganhou o troféu quatro vezes, um marco que o consagra como o melhor jogador da história.''
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